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Falta de uma lei que regularmente os galões de água mineral pode prejudicar a qualidade até mesmo de grandes marcas. |
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20-10-2008 |
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A norma que padroniza os galões utilizados no comércio de água mineral espera há anos para virar lei e, enquanto isso, cada empresa produz embalagens do tamanho mais conveniente. As diferenças estão em detalhes milimétricos, mas fundamentais para garantir a eficácia do processo de higienização. Desde 96, os empresários tiveram audiências com órgãos do governo tentando conseguir uma lei sobre o assunto, mas até agora tudo continua do mesmo jeito. A contaminação dos galões por agentes como poeira e bactérias causa problemas aos consumidores principalmente no verão. As principais reclamações são sobre presença de sujeira na água em embalagens fechadas - galões na maioria das vezes - e não existe uma marca específica com maior número de reclamações. Verificar as condições do galão é fundamental para não beber água contaminada com microorganismos que não são vistos a olho nu: é importante observar que o plástico do galão seja totalmente transparente - os foscos são mais baratos, mas não podem ser usados; e a boca deve formar um círculo perfeito, não podendo ser oval nem ter ondulações. |
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Conheça as principais causas da contaminação da água mineral e como comprar com segurança. |
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20-10-2008 |
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Pegar o telefone com um conhecido e encomendar galões de água mineral é o método mais usado pelos consumidores, mas há o risco de comprar água contaminada, ainda que seja de marca conhecida. Segundo o diretor de alimentos da Vigilância Sanitária, William César Latorre, as grandes empresas que trabalham com água mineral têm, geralmente, mais condições de fazer a assepsia dos galões, mas tudo o que foi feito na indústria pode ser posto a perder por estocagem inadequada. Por ser retornável, o galão passa por um processo delicado de limpeza, mas há o problema da contaminação no ponto de venda, conforme ressalta o diretor da Associação Brasileira da Indústria de Água Mineral, Ricardo Signorelli.. Eles destacam que é necessário atenção ao transporte do produto e que a exposição ao sol prejudica a qualidade da água e dificulta a assepsia dos galões. Também há o problema dos clandestinos, que aproveitaram o crescimento do mercado para vender água em galões, muitas vezes, sem nenhuma condição de higiene. |
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Clandestinos aproveitam falta de fiscalização para montar esquemas gigantescos de comercialização, principalmente, de galões. |
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20-10-2008 |
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Se o crescimento anual de 10 a 15% torna o mercado de água mineral muito atraente para os empresários, também faz deste filão um alvo constante dos clandestinos. Aproveitando a falta de fiscalização, eles conseguem montar esquemas gigantescos de comercialização, principalmente, de galões. Alguns cuidados simples podem evitar que você compre água de clandestinos, produzida sem nenhuma garantia de qualidade ou higiene. Não compre galões sem rótulo ou sem a marca da empresa no lacre e desconfie de preços extremamente baixos. Galão de 20 litros de água mineral por menos de R$ 4 é motivo para desconfiar. Outra atitude importante é ler o rótulo e procurar informações sobre o fabricante. Para comprovar se a empresa é legalizada, é necessário ter em mãos todos os números de registro que constam do rótulo do galão de água. Então, basta ligar para a Associação dos Produtores, a ABINAM, no telefone (11) 3167-2008 . |
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Água mineral: 1 em cada 3 galões tem micróbios. |
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20-10-2008 |
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Análises rotineiras comprovam que 1 em cada 3 galões de água mineral apresenta irregularidades, na maioria das vezes, contaminação por bactérias. Em São Paulo, as amostras são colhidas nos pontos de venda e analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz. Os resultados revelam a presença de micróbios que podem causar doenças, entre os microorganismos mais encontrados estão os coliformes fecais. |
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Água da torneira é potável, mas paulistas buscam filtros e purificadores. |
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20-10-2008 |
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Segundo o Site G1 da Globo.com, em 08/11/2007 a venda de filtros e purificadores de água no país aumentou 21% nos últimos três anos, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Filtros, Purificadores, Bebedouros e Equipamentos para Tratamento de Água (Abrafipa). O comércio de água mineral saltou de 1,5 bilhão de litros em 1995 para 6,2 bilhões de litros em 2006 - ou cerca de 313%. Os números são o reflexo da desconfiança dos consumidores em relação à água que sai das torneiras.
As informações abaixo são do site www.jovempan.com.br, data 28/11/2007. |
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